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AHHA - Alchemic Health Human Academy

29.10.20

CURSO "O RESGATE DA ALMA DO SAGRADO FEMININO" 2021


Ana Margarida Carvalho

 

INSCRIÇÕES ABERTAS

 

CURSO "O RESGATE DA ALMA DO SAGRADO FEMININO"

5ª EDIÇÃO / 2021

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As Ancestrais viviam em contato direto com a natureza reverenciando os seus ciclos, através das mudanças de estação em profunda gratidão por tudo o que a Grande Mãe lhes oferecia. Como essa ligação era profunda, as pessoas apesar das dificuldades de sobrevivência, eram felizes e sentiam-se preenchidas, pois conseguiam escutar a sua voz interior. As mulheres, principalmente, honravam a sua natureza o seu ritmo biológico e o grande poder que detinham pelo fato de serem geradoras de vida. O ventre, simbolizado pelo grande Cálice, representava um Templo Sagrado.

Os homens, também, reverenciavam a mulher por esse grande poder. Para os povos antigos, a menstruação era um dom dado às mulheres, pelas Deusas, para que elas pudessem criar e perpetuar a própria vida. A síncronicidade do ciclo lunar e menstrual, refletia o vínculo entre a mulher e a divindade, pois ela guardava o mistério da vida no seu corpo e tinha o poder de tornar real o potencial da criação. Nas sociedades matríacais, as Sacerdotisas ofereciam o seu sangue menstrual à Deusa e faziam suas profecias durante os estados de extrema sensibilidade psíquica da fase menstrual. No passado, eram realizados rituais de renovação e purificação nas cabanas ou tendas lunares, onde as mulheres se isolavam para recuperar as suas energias e abrir os seus canais psíquicos para o intercâmbio com o mundo espiritual.

A vida da mulher moderna levou-a à perda do contato e sintonia com o seu corpo e com a energia da Lua. Para restabelecer essa sincronicidade natural, a mulher deve reconectar-se à Lua, observando a relação entre as fases lunares e seu ciclo menstrual. Compreendendo o ciclo da Lua e a relação com o seu ritmo biológico, a mulher contemporânea poderá "cooperar" com o seu corpo, fluindo com os ciclos naturais. Trabalhando o resgate do Sagrado Feminino, através do conhecimento e valorização do seu próprio potêncial, a mulher resgata o seu poder pessoal e espiritual e com isso pode desempenhar de forma mais saudável e feliz os seus papéis de mãe, esposa, mulher e profissional.

As Ancestrais viviam em contato direto com a natureza reverenciando os seus ciclos, através das mudanças de estação em profunda gratidão por tudo o que a Grande Mãe lhes oferecia. Como essa ligação era profunda,as pessoas apesar das dificuldades de sobrevivência, eram felizes e sentiam-se preenchidas, pois conseguiam escutar a sua voz interior.

As mulheres, principalmente, honravam a sua natureza o seu ritmo biológico e o grande poder que detinham pelo fato de serem geradoras de vida. O ventre, simbolizado pelo grande Cálice, representava um Templo Sagrado. Os homens, também, reverenciavam a mulher por esse grande poder.

Para os povos antigos, a menstruação era um dom dado às mulheres, pelas Deusas, para que elas pudessem criar e perpetuar a própria vida. A síncronicidade do ciclo lunar e menstrual, refletia o vínculo entre a mulher e a divindade, pois ela guardava o mistério da vida no seu corpo e tinha o poder de tornar real o potencial da criação.

Nas sociedades matríacais, as Sacerdotisas ofereciam o seu sangue menstrual à Deusa e faziam suas profecias durante os estados de extrema sensibilidade psíquica da fase menstrual. No passado, eram realizados rituais de renovação e purificação nas cabanas ou tendas lunares, onde as mulheres se isolavam para recuperar as suas energias e abrir os seus canais psíquicos para o intercâmbio com o mundo espiritual. A vida da mulher moderna levou-a à perda do contato e sintonia com o seu corpo e com a energia da Lua.

Para restabelecer essa sincronicidade natural, a mulher deve reconectar-se à Lua, observando a relação entre as fases lunares e seu ciclo menstrual. Compreendendo o ciclo da Lua e a relação com o seu ritmo biológico, a mulher contemporânea poderá "cooperar" com o seu corpo, fluindo com os ciclos naturais.

Relativamente ao Sagrado Masculino, os homens são seres únicos! Mas podemos dizer que o sagrado masculino é um movimento que tem ganho cada vez mais força, onde homens procuram reconectar-se com o que são na sua essência!

Trabalhando o resgate do Sagrado Feminino, através do conhecimento e valorização do seu próprio potêncial, a mulher resgata o seu poder pessoal e espiritual e com isso pode desempenhar de forma mais saudável, funcional e feliz os seus papéis de mãe, esposa, mulher e profissional.

Ana Margarida Carvalho

 

Temáticas Gerais

  • Os Arquétipos Femininos
  • A Mulher e a Deusa
  • Acordar a Deusa Interna
  • As Sacerdotisas
  • Os Círculos Femininos
  • A Sabedoria Ancestral Feminina
  • A Mulheres e os Ciclos Lunares
  • A Lua e a Alimentação
  • O Papel da Mulher na Sociedade
  • O Poder da Comunicação
  • A Verdadeira Energia Feminina
  • O Sagrado Feminino
  • O Sagrado Masculino
  • O Conceito de "Mãe Universal"
  • O Poder do Amor
  • A Nutrição
  • O Amor Próprio e o Valor
  • As Emoções e as Doenças Femininas
  • Meditações e Exercícios de Cura
  • O Utero: O Calice Sagrado
  • A Capacidade de Cura
  • A União do Masculino e do Feminino
  • A Sexualidade Sagrada
  • O Tantra
  • A Sensibilidade e o Poder Sensitivo
  • Os Sistemas Sensoriais e a Intuição
  • O Poder de Cura
  • O Poder da Energia Feminina 
  • Os Padrões de Linhagem Feminina
  • O Santo Graal
  • Maria Madalena e o Divino Feminino
  • Avalon
  • A Dança Sagrada e o Dançar o Feminino
  • A Alma do Sagrado Feminino
  • A Mestria Feminina
  • A Importancia da União Sagrada
  • Meditação do Fogo Sagrado para a Energia Feminina
  • Leitura da Aura de Energia Feminina 

 

* Acompanhamento energético feminino a cargo de Ana Margarida Carvalho

 

 

Consulte o programa completo e contéudos da formação: MÓDULOS

 

Datas da Formação

 

TestemunhosVEJA AQUI OS TESTEMUNHOS DAS EDIÇÕES ANTERIORES

 

 

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