CURSO "O RESGATE DA ALMA DO SAGRADO FEMININO" 2021
INSCRIÇÕES ABERTAS
CURSO "O RESGATE DA ALMA DO SAGRADO FEMININO"
5ª EDIÇÃO / 2021

As Ancestrais viviam em contato direto com a natureza reverenciando os seus ciclos, através das mudanças de estação em profunda gratidão por tudo o que a Grande Mãe lhes oferecia. Como essa ligação era profunda, as pessoas apesar das dificuldades de sobrevivência, eram felizes e sentiam-se preenchidas, pois conseguiam escutar a sua voz interior. As mulheres, principalmente, honravam a sua natureza o seu ritmo biológico e o grande poder que detinham pelo fato de serem geradoras de vida. O ventre, simbolizado pelo grande Cálice, representava um Templo Sagrado.
Os homens, também, reverenciavam a mulher por esse grande poder. Para os povos antigos, a menstruação era um dom dado às mulheres, pelas Deusas, para que elas pudessem criar e perpetuar a própria vida. A síncronicidade do ciclo lunar e menstrual, refletia o vínculo entre a mulher e a divindade, pois ela guardava o mistério da vida no seu corpo e tinha o poder de tornar real o potencial da criação. Nas sociedades matríacais, as Sacerdotisas ofereciam o seu sangue menstrual à Deusa e faziam suas profecias durante os estados de extrema sensibilidade psíquica da fase menstrual. No passado, eram realizados rituais de renovação e purificação nas cabanas ou tendas lunares, onde as mulheres se isolavam para recuperar as suas energias e abrir os seus canais psíquicos para o intercâmbio com o mundo espiritual.
A vida da mulher moderna levou-a à perda do contato e sintonia com o seu corpo e com a energia da Lua. Para restabelecer essa sincronicidade natural, a mulher deve reconectar-se à Lua, observando a relação entre as fases lunares e seu ciclo menstrual. Compreendendo o ciclo da Lua e a relação com o seu ritmo biológico, a mulher contemporânea poderá "cooperar" com o seu corpo, fluindo com os ciclos naturais. Trabalhando o resgate do Sagrado Feminino, através do conhecimento e valorização do seu próprio potêncial, a mulher resgata o seu poder pessoal e espiritual e com isso pode desempenhar de forma mais saudável e feliz os seus papéis de mãe, esposa, mulher e profissional.
As Ancestrais viviam em contato direto com a natureza reverenciando os seus ciclos, através das mudanças de estação em profunda gratidão por tudo o que a Grande Mãe lhes oferecia. Como essa ligação era profunda,as pessoas apesar das dificuldades de sobrevivência, eram felizes e sentiam-se preenchidas, pois conseguiam escutar a sua voz interior.
As mulheres, principalmente, honravam a sua natureza o seu ritmo biológico e o grande poder que detinham pelo fato de serem geradoras de vida. O ventre, simbolizado pelo grande Cálice, representava um Templo Sagrado. Os homens, também, reverenciavam a mulher por esse grande poder.
Para os povos antigos, a menstruação era um dom dado às mulheres, pelas Deusas, para que elas pudessem criar e perpetuar a própria vida. A síncronicidade do ciclo lunar e menstrual, refletia o vínculo entre a mulher e a divindade, pois ela guardava o mistério da vida no seu corpo e tinha o poder de tornar real o potencial da criação.
Nas sociedades matríacais, as Sacerdotisas ofereciam o seu sangue menstrual à Deusa e faziam suas profecias durante os estados de extrema sensibilidade psíquica da fase menstrual. No passado, eram realizados rituais de renovação e purificação nas cabanas ou tendas lunares, onde as mulheres se isolavam para recuperar as suas energias e abrir os seus canais psíquicos para o intercâmbio com o mundo espiritual. A vida da mulher moderna levou-a à perda do contato e sintonia com o seu corpo e com a energia da Lua.
Para restabelecer essa sincronicidade natural, a mulher deve reconectar-se à Lua, observando a relação entre as fases lunares e seu ciclo menstrual. Compreendendo o ciclo da Lua e a relação com o seu ritmo biológico, a mulher contemporânea poderá "cooperar" com o seu corpo, fluindo com os ciclos naturais.
Relativamente ao Sagrado Masculino, os homens são seres únicos! Mas podemos dizer que o sagrado masculino é um movimento que tem ganho cada vez mais força, onde homens procuram reconectar-se com o que são na sua essência!
Trabalhando o resgate do Sagrado Feminino, através do conhecimento e valorização do seu próprio potêncial, a mulher resgata o seu poder pessoal e espiritual e com isso pode desempenhar de forma mais saudável, funcional e feliz os seus papéis de mãe, esposa, mulher e profissional.
Ana Margarida Carvalho
Temáticas Gerais
- Os Arquétipos Femininos
- A Mulher e a Deusa
- Acordar a Deusa Interna
- As Sacerdotisas
- Os Círculos Femininos
- A Sabedoria Ancestral Feminina
- A Mulheres e os Ciclos Lunares
- A Lua e a Alimentação
- O Papel da Mulher na Sociedade
- O Poder da Comunicação
- A Verdadeira Energia Feminina
- O Sagrado Feminino
- O Sagrado Masculino
- O Conceito de "Mãe Universal"
- O Poder do Amor
- A Nutrição
- O Amor Próprio e o Valor
- As Emoções e as Doenças Femininas
- Meditações e Exercícios de Cura
- O Utero: O Calice Sagrado
- A Capacidade de Cura
- A União do Masculino e do Feminino
- A Sexualidade Sagrada
- O Tantra
- A Sensibilidade e o Poder Sensitivo
- Os Sistemas Sensoriais e a Intuição
- O Poder de Cura
- O Poder da Energia Feminina
- Os Padrões de Linhagem Feminina
- O Santo Graal
- Maria Madalena e o Divino Feminino
- Avalon
- A Dança Sagrada e o Dançar o Feminino
- A Alma do Sagrado Feminino
- A Mestria Feminina
- A Importancia da União Sagrada
- Meditação do Fogo Sagrado para a Energia Feminina
- Leitura da Aura de Energia Feminina
* Acompanhamento energético feminino a cargo de Ana Margarida Carvalho
Consulte o programa completo e contéudos da formação: MÓDULOS
Datas da Formação
Testemunhos: VEJA AQUI OS TESTEMUNHOS DAS EDIÇÕES ANTERIORES
